Cara-de-Barro: terror da DC estreia na quinta (22) com sessões antecipadas na quarta

Primeiro filme de terror da DC Studios, dirigido por James Watkins e escrito por Mike Flanagan, chega aos cinemas com classificação adulta e expectativa de abertura morna nos EUA.

Jimmy Macedo

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Filmes
Matt Hagen (Tom Rhys Harries) com o rosto deformado e brilhante, em cena de Cara-de-Barro
Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures
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Cara-de-Barro, primeiro filme de terror da DC Studios, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22), com distribuição da Warner Bros. Pictures. Para os fãs mais ansiosos, há sessões antecipadas na quarta-feira (21), em salas selecionadas, com ingressos já à venda desde o início da pré-venda, aberta em 7 de outubro.

O longa tem direção de James Watkins, de Não Fale o Mal, e roteiro de Mike Flanagan e Hossein Amini, a partir de argumento de Flanagan, nome conhecido por séries de horror como A Maldição da Residência Hill. A produção é assinada por Matt Reeves, Lynn Harris, James Gunn e Peter Safran.

A história

A trama acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), ator em ascensão que tem o rosto desfigurado por um gângster. Sem saída, ele procura uma cientista (Naomi Ackie) que usa métodos pouco ortodoxos para restaurar sua aparência. A fórmula apaga as cicatrizes, mas transforma Hagen em uma criatura de argila capaz de mudar de forma, que parte em busca de vingança. O elenco tem ainda Max Minghella, Eddie Marsan e David Dencik.

O filme conta a origem de um dos vilões clássicos do Batman e marca a primeira aparição oficial de Gotham City no novo universo da DC comandado por Gunn e Safran, embora o Homem-Morcego não apareça em cena.

Reações e bilheteria

As primeiras reações da imprensa americana destacaram o horror corporal, a violência e a atuação de Harries. Críticos compararam o longa a suspenses dos anos 1950 e 1960 e a clássicos cult do gênero, e o descreveram como um filme para maiores, com cenas que chocaram parte do público nas sessões de teste.

Nas projeções, porém, o cenário é mais cauteloso. Veículos especializados estimam abertura de cerca de US$ 30 milhões no primeiro fim de semana nos Estados Unidos, numa faixa entre US$ 23 milhões e US$ 33 milhões, abaixo dos US$ 37,1 milhões de Supergirl, lançamento anterior do estúdio. Análises de mercado apontam baixo reconhecimento do personagem entre o público geral.

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