Street Fighter chega aos cinemas hoje e tenta quebrar a maldição das adaptações

Com Andrew Koji como Ryu e Noah Centineo como Ken, novo filme se passa em 1993 e reúne boa parte dos lutadores clássicos dos games da Capcom.

Jimmy Macedo

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Filmes
Elenco do filme Street Fighter (2026) reunido em imagem de divulgação, com Ryu, Ken, Chun-Li e outros lutadores
Imagem: Divulgação/Paramount Pictures e Legendary Pictures
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O novo filme de Street Fighter estreia nesta quinta-feira (15) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Produzido pela Legendary Pictures e distribuído pela Paramount, o longa leva de volta às telonas a franquia de luta da Capcom mais de 30 anos depois de Street Fighter: A Última Batalha.

Dirigido por Kitao Sakurai (Twisted Metal), o filme se passa em 1993 e acompanha Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo), dois lutadores que estão afastados e acabam recrutados por Chun-Li (Callina Liang) para um novo torneio World Warrior. A competição, porém, esconde uma conspiração que obriga a dupla a se enfrentar e a encarar o próprio passado.

O elenco mistura atores, astros da luta livre e do MMA. Roman Reigns vive Akuma, David Dastmalchian é M. Bison, Cody Rhodes interpreta Guile e Jason Momoa aparece como Blanka. Completam o time nomes como 50 Cent (Balrog), Vidyut Jammwal (Dhalsim), Orville Peck (Vega) e o lutador do UFC Alexander Volkanovski (Joe). O filme tem 1h59 de duração.

Uma franquia que nunca deu sorte no cinema

A estreia carrega uma missão ingrata: superar o histórico das adaptações anteriores. Street Fighter: A Última Batalha (1994), estrelado por Jean-Claude Van Damme, virou piada entre os fãs, e Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (2009) foi ainda pior, com apenas 3% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.

Até a manhã desta quinta, os principais agregadores de crítica ainda não exibiam nota para o novo longa. As primeiras avaliações publicadas no Brasil, no entanto, são animadoras: o Canaltech considerou o filme a melhor adaptação da franquia até hoje, com elogios à fidelidade aos games, ao humor e às coreografias de luta. O ponto fraco apontado é o final em aberto, que dá a sensação de assistir à primeira parte de uma história maior.

Street Fighter já está em cartaz nos cinemas de todo o país.

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